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Mergulho
O
extremo sul da Bahia oferece espetáculo inédito a todo instante
nessa região de contraste cênicos, tanto aquáticas como terrestre.
Em
meio ao atlântico sul, em uma região de águas mornas, azuis e cristalinas,
os banco de areias, recifes de corais e ilha vulcânicas, desenham uma
bela geografia submarina,
tão fascinante que é difícil descrever.
Fauna e flora, bailam cintilantes em outra dimensão, correndo
das águas.
Contemplar os recifes de corais raros, admirar as baleias Jubarte, participar de um safári geográfico, explorar naufrágios
e cavernas submarinas em mergulhos orientados estão entre as principais
atividades ecoturisticas, praticadas em toda a extensão do Parque
Nacional Marinho de Abrolhos, de cerca de 910 km², que compreende
(2) duas áreas
distintas; recifes dos Timbebas e o arquipélago dos
Abrolhos.
Mergulhadores
profissionais e amadores, consideram o Pque Nacional Marinho de
Abrolhos,
um dos pontos mais bonitos do mundo para se mergulhar.
Tanto os recifes dos Timbebas quanto o arquipélago de Abrolhos,
somam muitas condições de mergulho excelentes e raras quando juntas; águas
oceânicas rasas e cristalinas, a uma temperaturas entre 23ºC no
inverno e 27º C no verão.
A temperatura do ar, varia de inverno a verão entre 24ºC e 27ºC,
e a transpa- rência da água, fica em torno de 15 a 25 metros.
Mergulhar é imprescindível para quem deseja extasiar-se, com
um festival
de luzes e cores, em um mundo submerso e silencioso, com profundidades
máximas de 30 metros.
Recife
dos Timbebas
Naufragio: Destroços do
Farol
Vista aerea dos recifes
Com uma área de 190 km², é o principal ponto de mergulho para
quem parte da cidade de Prado, por causa de sua riquíssima fauna marinha ,
como pelas
grandes colônias de coral fogo (Mileporas - hidrocorais) de até três metros de diâmetros, endêmicos
e raros.
Em timbebas, também encontramos os corais negros. Preciosos e
com formação
que mais lembram os cipós de nossas matas nativas.
A formação dos recifes de Timbebas é resultante do agrupamento
de varios
chapeirões,
unidos e cimentados pelas algas coralinas e outros organismos
incrustantes,
formando colunas, que crescem do fundo até atingirem o nível
médio
do mar. Estas colunas tem a forma de imensos cogumelos, com alturas
entre 5 e 20m e diâmetros de 4 a 30m. Esta forma particular de
crescimento de recife de corais não tem similar no mundo.
Sua superfície descobre-se na maré baixa.
A "Mussismilia brasiliensis" , também conhecido
como coral cérebro, por causa
de sua formação plástica, é o coral predominante nesta área.
Mas é no mergulho autônomo que se descobre o quanto há de vida
em suas águas submersas.
Garoupas, Frades, Budiões, Lagostas, Polvos, Moréias ,
Tartarugas e Arrais,
são algumas das espécies que freqüentam o local.
Ha também os destroços do
antigo farol de sinalização submersos.
O que podemos destacar no mergulho nos recifes de Timbebas, são as
extensas
cavernas, algumas com até 15m, que podem ser transpostas com
segurança.
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